quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

TALVEZ...


"Talvez eu venha a envelhecer rápido demais, mas lutarei para que cada dia tenha valido a pena;
Talvez eu sofra inúmeras desilusões no decorrer de minha vida, mas farei que elas percam a importância diante dos gestos de amor que encontrei;
Talvez eu não tenha forças para realizar todos os meus ideais, mas jamais irei me considerar um derrotado;
Talvez em algum instante eu sofra uma terrível queda, mas não ficarei por muito tempo olhando para o chão;
Talvez um dia o sol deixe de brilhar, mas então irei me banhar na chuva;
Talvez um dia eu sofra alguma injustiça, mas jamais irei assumir o papel de vítima;
Talvez eu tenha que enfrentar alguns inimigos, mas terei humildade para aceitar as mãos que se estenderão em minha direção;
Talvez numa dessas noites frias, eu derrame muitas lágrimas, mas não terei vergonha por esse gesto;
Talvez eu seja enganado inúmeras vezes, mas não deixarei de acreditar que em algum lugar alguém merece a minha confiança;
Talvez com o tempo eu perceba que cometi grandes erros, mas não desistirei de continuar trilhando meu caminho;
Talvez com o decorrer dos anos eu perca grandes amizades, mas irei aprender que aqueles que realmente são meus verdadeiros amigos nunca estarão perdidos;
Talvez algumas pessoas queiram o meu mal, mas irei continuar plantando a semente da fraternidade por onde passar;
Talvez eu fique triste ao concluir que não consigo seguir o ritmo da música, mas então, farei que a música siga o compasso dos meus passos;
Talvez eu nunca consiga enxergar um arco-íris, mas aprenderei a desenhar um, nem que seja dentro do meu coração;
Talvez hoje eu me sinta fraco, mas amanhã irei recomeçar, nem que seja de uma maneira diferente;
Talvez eu não aprenda todas as lições necessárias, mas terei a consciência que os verdadeiros ensinamentos já estão gravados em minha alma;
Talvez eu me deprima por não ser capaz de saber a letra daquela música, mas ficarei feliz com as outras capacidades que possuo;
Talvez eu não tenha motivos para grandes comemorações, mas não deixarei de me alegrar com as pequenas conquistas;
Talvez a vontade de abandonar tudo torne-se a minha companheira, mas ao invés de fugir, irei correr atrás do que almejo;
Talvez eu não seja exatamente quem gostaria de ser, mas passarei a admirar quem sou.Porque no final saberei que, mesmo com incontáveis dúvidas, eu sou capaz de construir uma vida melhor;
E se ainda não me convenci disso, é porque como diz aquele ditado: “ainda não chegou o fim”. Porque no final não haverá nenhum “talvez” e sim a certeza de que a minha vida valeu a pena e eu fiz o melhor que podia."
 
 Aristóteles Onassis ( 1906 - 1975)

5 comentários:

Adolfo Payés disse...

Que lindo volver a leerte..
Un placer pasar por tu espacio..

Te dejo un beso con mucho cariño...

Un abrazo
Saludos fraternos..

Padma Shanti disse...

Namastê!
Tem um selinho pra vc em meu blog, beijos :)

Luma D. disse...

Nereida, passei para te desejar um super fim de semana.
Beijos


"Acende a luz da fraternidade
E...
A fraternidade,
Iluminar-te-á o caminho... "

Canteiro Pessoal disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Canteiro Pessoal disse...

Nereida. Seus pousos são sempre aquecedores. Partilho contigo meu outro espaço.

http://pricaliga.blogspot.com/

Bem. Retornarei aqui outra hora, afinal o post 'Deja Vu' é convidativo para comentário, confesso que este está em grande nado por meus dedos em vinho nestes dias.

Abraços e até.

Priscila Cáliga

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